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Nupcialidade

O tema nupcialidade é pesquisado no censo pergutando às pessoas seu estado civil: se elas são solteiras, casadas, separadas, por exemplo. Também investiga se os casamentos são feitos no civil, no religioso etc. Essas informações ajudam a traçar o perfil da sociedade brasileira. No Censo 2010, ao compararmos os resultados com os do Censo 2000, verificamos que a proporção de solteiros, viúvos e divorciados aumentou e a proporção de casados e de desquitados ou separados judicialmente diminuiu. Assim, em 2010 o país tinha:

  • 89,6 milhões de solteiros
  • 56 milhões de casados
  • 8 milhões de viúvos
  • 5 milhões de divorciados
  • 2,8 milhões de desquitados ou separados judicialmente

Fecundidade

A taxa de fecundidade indica quantos filhos, em média, tem a mulher brasileira. No Brasil, segundo o Censo 2010, as mulheres têm, em média, 1,9 filho. Como este número é uma média, existem mulheres com um filho e mulheres com dois, três ou mais filhos.

O número de filhos por mulher vem se reduzindo no Brasil desde a década de 1960. Uma redução que vem ocorrendo em todas as regiões brasileiras. Veja o gráfico a seguir:

Taxa de fecundidade total, segundo as Grandes Regiões – 1940/2010

Fonte: IBGE, Censo Demográfico 1940/2010.

Mortalidade infantil

A mortalidade infantil indica quantas crianças no período de um ano, num grupo de mil, morrem antes de completar um ano de idade.

Esta taxa é uma das informações mais usadas para indicar o desenvolvimento de um país. Quanto menos acesso as crianças tiverem a hospitais, tratamentos médicos e a uma alimentação adequada, maior será o índice de mortalidade infantil do país.

Entre 2000 e 2010, a taxa de mortalidade infantil no país caiu de 29,7 para 15,6 óbitos de menores de 1 ano de idade a cada mil crianças nascidas vivas. Se considerarmos que há duas décadas essa taxa era de 47,5, podemos ver que houve uma diminuição significativa da taxa de mortalidade. Mas a situação ainda não é ideal! Ainda falta certa distância a percorrer para que o Brasil se aproxime dos níveis de mortalidade infantil das regiões mais desenvolvidas do mundo, em torno de cinco óbitos de crianças menores de 1 ano de idade para cada 1.000 nascidos vivos.


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